Falta pra fechar o mês
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Entra
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Sai
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Em conta hoje
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C6, Hotmart, InfinityPay e Thaiana
A receber
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Clientes, Morphix e Cakto
Atrasado
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Gás, celular, internet e carro
Decisão sua
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Compras sem data marcada
O dia em que o dinheiro acaba
Saldo projetado contando só o que entra e o que vence com data. O atraso e as compras sem data ficam de fora desta curva.
O peso de cada coisa
As maiores linhas do mês, somando contas e compras.
O que fazer nesta semana
Nenhuma dessas ações precisa de dinheiro novo. Todas mudam o tamanho do buraco.
O que ainda está faltando
Buracos que deixam a conta acima otimista. Todos empurram o resultado pra baixo.
Ainda falta pagar
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Toque para marcar como pago.
Pago
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Atrasado
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Total do mês
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Clientes já líquidos, descontando R$ 180 de gestor e 6% de imposto sobre o bruto.
Já recebido
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A receber
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O que fica pelo caminho
Dos R$ 6.650 faturados com os quatro clientes, R$ 1.119 não são seus.
Falta faturar até dia 30
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Já fechado
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Por dia
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O mix que fecha a conta
Valores já líquidos de taxa de plataforma, gestor e imposto. Toque no mais a cada venda fechada e o buraco do mês encolhe na hora.
Plano de ação, semana a semana
Vinte e seis dias. A ordem importa: as três ligações da semana 1 valem mais que qualquer venda, porque elas liberam caixa sem depender de ninguém comprar.
Todo dia, sem falta
O mix acima só acontece se essa lista rodar todos os dias. Ela é a máquina, o resto é resultado.
Guardado
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Meta
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Falta
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Guardar agora
Vale para dinheiro que você realmente separou. Comece pelo colchão de R$ 1.500: ele existe para que um imprevisto nunca mais vire fatura de cartão.
A escada da reserva
Seu custo fixo hoje é — por mês. É esse número que define o tamanho de cada degrau.
Ainda no plano
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Compras que ainda faltam
Adiado
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Só se precisar mesmo
Buraco do mês
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Depois dos cortes
A linha de corte
A ordem de pagamento com o caixa que existe hoje. Pensão primeiro, depois comida, casa e carro. O que fica abaixo da linha é exatamente o que o faturamento do mês precisa cobrir.
Como quitar tudo
Três fases, em ordem. Nada aqui é adiar: é blindar o inegociável, faturar o que falta e nunca mais voltar pra este lugar.
A regra dos potes
A partir de outubro, com tudo quitado. Toda entrada é dividida na hora que cai, nunca no fim do mês.
Seu custo fixo é R$ 15.981 por mês. Esse é o piso de faturamento do dia 1: abaixo dele o mês já nasce devendo.